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VEM LANÇAMENTO POR AÍ! Salve a data: 06 de junho de 2026.

  SINOPSE: Mavet é um reino sufocado pela tirania. Em meio ao deserto, a violência dita as regras, e a esperança parece definhar a cada dia. Tamara nasceu escrava — mas seu espírito indomável se recusa a aceitar o mundo como ele é. Criada sob a opressão, ela alimenta o sonho de encontrar um lugar onde não haja servidão nem escassez, apenas justiça e paz. Quando um homem misterioso cruza seu caminho, Tamara acredita estar apenas mudando de dono. O que ela não imagina é que esse encontro a conduzirá por caminhos capazes de alterar não apenas o seu destino, mas o equilíbrio de todo um reino. Entre perdas irreversíveis, alianças incertas e escolhas que cobram um preço alto, Cicatrizes & Tronos é uma história sobre resistência, coragem e o custo de se recusar a viver de joelhos. Salve a data:  06 de junho de 2026 Não deixe de conferir o Booktrailer no Youtube: C icatrizes & Tronos Mais detalhes por aqui em breve!
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Clássicos, releituras e permanência: por que algumas histórias atravessam séculos — e o que escritores independentes podem aprender com isso

 Há livros que envelhecem em poucos meses e outros que atravessam gerações sem perder a capacidade de tocar leitores. Esse fenômeno costuma ser explicado com palavras grandes — genialidade, universalidade, cânone — mas, na prática, ele nasce de escolhas muito concretas. Clássicos não permanecem porque pertencem a um passado distante; eles permanecem porque continuam vivos no presente de quem lê. E é justamente aí que entram as releituras. Cada época relê os clássicos à sua maneira, atualizando sentidos, tensionando valores, encontrando neles perguntas que ainda não foram respondidas. Pensar sobre clássicos, releituras e permanência não é um exercício acadêmico distante da realidade editorial; é uma reflexão estratégica para qualquer escritor independente que deseja criar livros mais atraentes, relevantes e duradouros. O primeiro equívoco comum é imaginar que o clássico nasce clássico. Não nasce. Ele nasce livro, inserido em um contexto específico, dialogando com questões do seu te...

O futuro da ficção sem futurismo: por que as histórias mais relevantes já não precisam prever o amanhã para falar do nosso tempo

 Durante décadas, imaginar o futuro foi uma das tarefas centrais da ficção. Antecipar tecnologias, sociedades alternativas, colapsos globais ou utopias organizadas era uma forma de interpretar o presente por contraste. O futurismo literário, especialmente na ficção científica, ofereceu mapas simbólicos para entender medos e esperanças coletivas. No entanto, algo mudou. Em um mundo em que o amanhã parece chegar rápido demais, muitas vezes mais estranho do que qualquer previsão literária recente, a ficção começa a deslocar seu foco. O futuro da ficção, paradoxalmente, parece cada vez menos interessado em futurismo. Não se trata do fim da ficção científica nem da morte das narrativas especulativas. Trata-se de um esgotamento de certas promessas. O leitor contemporâneo vive cercado de anúncios sobre inteligência artificial, colapsos climáticos, vigilância algorítmica, crises políticas e transformações sociais aceleradas. Aquilo que antes soava como hipótese agora faz parte do noticiár...